A bela dama cavalga durante noites e noites,
em uma noite observava a lua,
na outra as estrelas.
Sendo assim vice-versa.
Em uma noite tão escura, desacompanhada da lua,
corre as pressas na escuridão da floresta.
Cai ,tropeça e se desespera.
Com medo da escuridão perversa,
Que caça ela à beça.
De cara a cara, olho a olho,
um com medo do outro.
Até a luz do luar vagar sobre lá.
A escuridão desespera e se dispersa,
desaparecendo até o último fio que lhe resta.
Ao seu olho brilhar,
seu lindo ,longo vestido vermelho rasgar
A bela dama volta a cavalgar até o sol brilhar