Bela mulher,
Plácida confortável em seu leito,
Divina formosura, resquer,
Impulsionando tremores no peito.
Sensual divina dama,
Que tão vestes usa, de excitantes,
Faz acender mais de mil chamas,
Retidas pelos deuses distantes.
Ah! Linda cordial, ainda moça,
Do olhar gentil e malicioso,
Dos lábios carneados de sua boca,
Com dentes aveludados no sorriso.
Me morde, com vontade,
Que lhe devoro,
Me cubra com sua face,
Que lhe comoro.
Venha querer se juntar,
Tornarmos um só, assim,
Se você quiser estar,
Sempre colada em mim.
Gostosa mulher,
Ardilosa em seu leito,
Divino que seu sabor requer,
Misturando cheiros deste jeito.
Atrevida saliente dama,
Que tão vestes usa, de contrastes,
É assim que me chama,
Para descobrir suas partes.
Ah! Cordial, ainda dona,
Do olhar malicioso e gentil,
Dos carneados de sua cona,
Em tremores quase fébril...
Me morde, com vontade,
Que lhe devoro,
Me cubra com sua face,
Que lhe comoro.
Venha querer se juntar,
Tornarmos um só, assim,
Se você quiser estar,
Sempre colada em mim.
Não que seja tão vulgar,
Ou que estas palavras sujas,
Pro seu toque cuidar,
Da forma não tão pura...
De cara tão devassa,
Do olhar insano e tarado,
Uh! Bela que arrasa,
Deixando seu corpo revelado.
Me morde, com vontade,
Que lhe devoro,
Me cubra com sua face,
Que lhe comoro.
Venha querer se juntar,
Tornarmos um só, assim,
Se você quiser estar,
Sempre colada em mim.