Cacos de vidro
espalhados pelo chão.
Não sei quando quebraram.
Não ouvi o som.
Só sei que evitam meu reflexo
ou talvez eu evite o deles.
Enquanto tudo parece quieto,
há algo em mim que não dorme.
Uma erupção numa ilha deserta
que ninguém visita.
Por um instante eu encaro.
Quase reconheço.
Mas passa.