Apegaua

E o mundo nem se acabou, ainda.

Só foi desejos.

Sabor encontrado nos seus beijos.

Quando me pego a pensar.

Talvez.

Pelo cheiro de nossas pele a nos embriagar.

Que quando vem arrasta nos inconscientemente como que se nem perguntar se de acordo com o modo vigente com a rapidez em nos destapar.

Pois se a própria paixão já nos cala.

E o pecado cometido por si só já nos deixa inibidos, numa cobrança esdrúxula por uma sociedade carcomida e fragilizada opondo se em ocasião que deveria se calar.

E vou.

Tateando como que se um cego fosse pelas paredes formadoras do padrão.

Vou em busca dos prazeres.

E se não fosse assim sei.

Meu corpo feito uma dança de êxtase necessitando do seu para que  não houvesse o descontrole.

Já que o sexo sendo mais forte que todos.

Ri e zomba se sua vontade e que nos fez juntar.

Serenos depois de toda saliência emetida.

O primeiro que perguntar se foi bom.

Apaga o abajur.

Apegaua.