Raiva destilada aos ventos
Opiniões adversas ocupam acentos
Ódio paira no silencio que preenche a sala
Assunto exposto outrora na mala
De cabeça mal voltada
Respiro rápido sem cessar
Sigo o vapor como libertação dos pensamentos
Nem acredito no que falo nem ouço
Apenas vomito a raiva da traição
Negação, provas em vão
Testemunhos brotam no escuro
Surpresa, tremula se esquiva no ar
Perco esperança no amor
Ele tem rotas próprias do invisível
Humilhado e avanço ferido na alma
Cada um carrega sua ideia, mas não a minha
Imagno Velar