Para mim, poesia é vento frio, é silêncio que fala baixinho.
Há quem diga que é dom, talvez seja, mistura de abrigo e carinho.
Minha paixão pelos livros é antiga, nasceu cedo e cresceu em mim. Amor por linhas e estrofes vivas, que começam no papel e não têm fim.
Há quem não saiba desse meu segredo, há quem nunca chegou a perceber. Mas me dê uma lapiseira e um caderno, e o mundo logo começa a florescer.
Porque tudo ao redor é arte contida, é detalhe que poucos veem no dia. No simples mora o extraordinário: onde muitos veem rotina, eu enxergo poesia.