“O Pastor da Cama”
Era um homem mulherengo, currículo vasto,
lendas urbanas com o nome dele.
Só que o pênis resolveu virar crítico cultural.
Chegou a hora, luz baixa, expectativa alta,
e ele ali… sindicalizado, cruzando os braços invisíveis.
Ele solta com sorriso de vendedor cansado:
“Calma… brinca com ele que já levanta.”
O protagonista virou filósofo flácido,
um protesto mole contra o espetáculo.
No fim, só restou a ironia:
o maior mulherengo da sala derrotado pelo próprio pau.