Apegaua

Requiem a saudade.

Saudades então e tu que me sacias.

Ou e eu que morro de vontade.

Se já te respiro tanto a noite quanto ao dia.

E por não controlar essa ancia louca e faminta.

De vos ter e que lhe peço.

Faz isso comigo não.

Essa dor incontida.

Que nem remenda ou concerta.

Meus desejos cerrados de amor.

Vai pode matar.

Todos os meus anseios.

Esse negro avesso dos meus afeto.

Lacunas impiedosas que me trazem estrofes.

Mas não os versos traduzidos do poema de uma própria paixão.

Que pelos cantos dos olhos.

Vejo esvuaçarem de minhas mãos.

Apegaua.