Tá vendo essa moça linda, sorridente, alegre, feliz consigo mesma?
Essa moça que brinca, que se permite ser feliz,
sorriso fácil, coração precioso demais pra dar a qualquer um.
Ela entendeu que não pode mais ser refém dos sentimentos de ninguém,
só do dela próprio.
Essa moça forte, que aprendeu a se levantar sozinha,
porque muitas vezes, quando caiu, não tinha ninguém pra estender a mão.
Ela lembra do passado e não se permite chorar mais,
porque o pior já passou.
São apenas lembranças que ela preferiria não ter vivido.
Mas nem sempre foi assim.
Ela sofreu muito, amou muito, foi enganada demais.
Só queria ser o centro do mundo de alguém,
em vez de um tempo vago na agenda de quem ela mais gostava.
Teve que deixar o vestido de princesa sonhadora,
pra vestir a armadura de guerreira.
Tirou forças de onde não tinha,
como fênix renascendo das cinzas.
Hoje, quem a vê nunca diria o que ela passou.
Ela teve duas opções:
se entregar à dor e deixar ela destruir tudo,
ou pegar essa dor e transformar em aprendizado.
Entender que até a noite mais longa tem fim.
Ela escolheu lutar. Escolheu ser feliz.
Aprendeu que o mal nunca esteve nela —
estava em quem a fez sofrer.
Essa é a história dela: mãe guerreira,
heroína pros filhos, mulher maravilhosa.
Pra quem ela inspira, ela é a Mulher Maravilha de verdade.
E isso, mano... isso é força que não se explica.
É renascer inteiro.