O que é ter uma presença cheia de caos? É parecer calmo, mas por dentro é como um vulcão em erupção que, no momento, ainda está adormecido.
Ser o caos é esconder seus sentimentos e saber controlá-los e quase nunca demonstrá-los.
Ter o caos dentro de si não é simplesmente saber que ele está ali; e, sim, ser o próprio caos, cheio de paz no meio de tanta selvageria.
Ser o caos é compreender o incompreensível, e traduzir gestos, olhares e o desconhecido.
Ser o caos não é ser explosivo, e sim ser enigmático. Ou só incompreendidos sempre seremos.
Ser o caos não é ser impaciência; é ter ternura para conversar com aqueles que fingem que te compreendem.
Ser o caos é demonstrar frieza, sendo que demonstrando doçura; ser amargo, demonstrando ternura; ser insano, demonstrar e agradar, sendo indiferente.
Ser o caos é sempre ter requisios de desentendimentos. Ser o caos é ser peculiar
Ser o caos é ser incompreendido, compreendendo todos, pois eu sou o caos!