Chegou o meu querido,
Gigando no pé repetido,
Solado gastado fedido,
Personalizado e perdido.
Sem rejeito no gingado,
Quem sabe bem parado,
Se bem todo quebrado,
Por volta meio acordado.
Se veja no ponto doce,
Da alegre marcha nobre,
Do sabor como fosse,
Sua ideia nada pobre.
Que venha mais sorrisos,
Que suspire receber,
Cometer aos risos,
Ou rir para cometer.
Qual paz deve pertubar,
Aos primitivos desejos,
Para poder se enfeitar,
Além de muitos beijos.
Chegou o seu querido,
Quem sabe bem parado,
Solado gastado fedido,
Por volta meio acordado.
Da alegre marcha nobre,
Gigando no pé repetido,
Sua ideia nada pobre,
Personalizado e perdido.
Se veja no ponto doce,
Sem rejeito no gingado,
Do sabor como fosse,
Se bem todo quebrado.
Que venha mais sorrisos,
Que suspire receber,
Cometer aos risos,
Ou rir para cometer.
Qual paz deve pertubar,
Aos primitivos desejos,
Para poder se enfeitar,
Além de muitos beijos.
Se meta com seu poder,
Alegrar todas as coisas,
Com tudo se fazer,
Onde vão as pessoas.
Pense bem agora,
Indicar toda multidão,
Com o que aflora
A mesma empolgação.
Que venha mais sorrisos,
Que suspire receber,
Cometer aos risos,
Ou rir para cometer.
Qual paz deve pertubar,
Aos primitivos desejos,
Para poder se enfeitar,
Além de muitos beijos.