Tudo o que determinares perfeito não o é nem em teu próprio julgamento,
Já que, no mar das limitações humanas, respiram teus olhos recém-inaugurados,
Atordoados ainda pelo despertar do arauto das novas boas?novas,
Sussurrando compassos coerentes de progresso conforme cada grau
Onde brota, na forma tosca do homem, o pouco conhecer do todo,
Que se faz trazido pelas asas da bondade sem medidas,
Amor que é a verdade, a fé e a elevação do que vem do fim e retorna ao inicio.
Arthur de Mello Noos