no meu eu que vaga pelo presente, trago as dificuldades de cada caminho que trilhei. Memórias de dor, hesitações e rancor de momentos que florecem das trevas do meu interior.
Durante os prazeres alegres nessa tela desmanchada, com pontos de cor de vida sobressaindo em intervalos determinados, repercuto e passeio por esse quadro. Ora alegrias, ora tristezas reparo-me perpetuando pela minha natureza.
Cada hora sendo uma personificação de mim mesmo, vejo-me no navegar de um veleiro, com o balançar das ondas a me guiar por este nevoeiro.
Nessa pura aleatoriedade, me acho a perambular por essas verdades. Notando que cada emoção traz a tona uma dessas puras realidades
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