Quem escreve o indizível decifra códigos ocultos.
Se deixares de ser tão vulgar e carnal, finalmente ou quem sabe,
passará a sentir seus véus a cair.
E, desse dia em diante, não tema, pois consciente você fez a escolha,
mas não há mais retorno para o seu mundo de antes, aquele esgoto...
Aquela vida morna que o apego te consumia, sempre ao engano,
delirando na sua própria peça de teatro,
embora a máscara persista em estar fundida a sua alma vazia.
Então, o que resta de um ser assim se não a auto destruição?