Nada existe isoladamente,
o universo é um corpo que pensa...
Substância, atributo, modo…
Um só sopro que surge ao acaso,
como o próprio universo que continua se expandido em suas características...
Substância é o senso comum das coisas,
o alicerce, o chão primeiro...
Atributos, as muitas vozes pelas quais o real se envia ao ser.
Extensão é a malha do espaço,
onde a matéria sempre trabalha e onde a mente vaga e divaga...
Mas a essência que habita todo esse espaço
é em si mesma, e por si mesma se apaga.
E somos nós que fazemos essas atribuições, como bom e mau...
Como as relações que estabelecemos,
de afetar e ser afetado, e que devemos buscar aquilo que nos afetas positivamente, que nos fortalece e nos amplia
Nada que surge vive à parte
cada estrela, cada galáxia, cada ideia
que nasce, desde a descoberta do fogo, da uma arte e da possibilidade sermos mais um ser neste vago espaço, mas de uma causa antiga desejada.
A única substância dependente
é a própria natureza, expansiva e nua..
não Deus, mas o presente imanente da
matemática, do espaço, da natureza e a física da lua.
Nada surge do nada. Tudo vem
de um impulso anterior, de um movimento
que não começou em ninguém
é um existir puro de fluxo e fundamento.
E assim, tudo se encaixa como uma trança, um DNA...
Um único organismo, infinito e verdadeiro,
cada modo um reflexo da substância do mundo inteiro.
Cada um, um único universo...
Com seus alicerces, desejos e orgasmos ..
Devemos olhar para Deus!
Devemos olhar para a natureza!
Deus é a natureza!
E Deus não está morto!..