Na indefinição dos mares de quem sou, cujas águas vão no mais íntimo do meu ser, encontro questões ao percorrer os horizontes internos que permeiam a totalidade, que levam as correntezas caóticas das crenças, delírios, experiências e respostas de encontro a mundos utópicos.
Ora fixos, ora aleatórios, vejo-os em diferentes formas. As vezes ambíguas, as vezes exclusivas, tornando a manifestação consciente mais uma variável de opções que se revezam entre a singularidade e a multiplicidade. Ao mesmo tempo, sou tudo e nada de maneira igual e uniforme.
Sendo a razão entre a soma e a subtração de tudo isso, fico perdido e perplexo com os espetáculos encenados no palco que sou, no qual o significado que venho a dar, passa a ser a interpretação de mim mesmo.
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