No quarto escuro, onde o desejo é a única lei,
Ela surge como a vilã que eu sempre sonhei.
O rosto de anjo esconde a trama mais quente,
Um sorriso sutil que desarma a gente.
Ela não pede licença, ela toma o lugar,
Com a força de quem nasceu para governar.
Sobre o peito dele, ela inicia o rito,
Transformando o silêncio em um prazer infinito.
Seios fartos, deliciosos, que o olhar devora,
Balançam no ritmo da paixão que aflora.
A pele macia contra a pele que queima,
Nessa \"crueldade\" onde o instinto é quem teima.
É excitante o modo como ela o conduz,
Sob a sombra da janela e o brilho da luz.
Uma cavalgada firme, sem medo, sem freio,
Deixando o juízo perdido no meio.
Ela é a Cruella do prazer, a dona do jogo,
Que nos próprios desejos ateia o fogo.
Dominante e bela, em sua posse carnal,
A musa perfeita do pecado fatal.