Oswaldo Jesus Motta

Soneto de um amor que acalma

Anjo em forma de amor

Caminha célere em minha direção

Linda, sorridente, exuberante

Olhos que brilham, refletem emoção

 

Intensidade guardada há um ano

Abraçou-me forte, olhou em minha alma

Calou minha boca, senti o perfume

No abraço silente que meu mundo acalma

 

Paz de um amor tranquilo e saboroso

Que não pede, não exige, mas compreende

Que nem sempre o tempo é vagaroso

 

Retorna ao seu mundo e deixa saudade

De vivermos cada segundo novamente

Segredos envoltos em tanta afinidade