Acordar, às vezes,
é um ato de coragem.
Coragem para enfrentar
os desafios diários,
coragem para ver o tempo passar
diante de nós,
coragem para olhar
e decidir o que fazer no momento.
E quantas vezes
a única vontade do momento
é a de nada fazer,
deixar que a vida decida por ela
o que será de nós.
Isso não é omissão,
é cansaço
de lutar contra o imperialismo
da existência humana.