Nos tornamos voláteis ao som da ação
somos papagaios de papel estiados
e dançando no peito de um furacão
os corpos se entrelaçam e começa,
a se enroscar ao som frenético de suspiros
Batidas cadenciadas se intercalam no cume
da inimaginável audácia dos corpos maestros
caçando o êxtase se fundem solenemente
voam sem asas ao som aforístico da mística
Insaciável e indomável melodia se esmera,
no balbuciar sem som de palavras sem escrita
Calor eleva se e funde panos leves
descobrindo o impuro dos segredos
se dança a sinfonia do amor insano sem preces
Imagno Velar