Francisco Claudio Claudio Gia

###\"O Eco do Reencontro\"

###\"O Eco do Reencontro\"

Claudio Gia, Macau RN, 30/01/2026

?Há um vazio que o peito não explica,
Um ontem que teima em não passar,
A memória que, em silêncio, se dedica
A desenhar quem a distância quis levar.

?É cheiro de infância em tarde de chuva,
É o abraço que o tempo interrompeu,
A saudade é a alma que se curva
Diante do amor que nunca se esqueceu.

?Mas no cansaço desse eterno esperar,
Existe um nome que traz a direção:
Jesus Cristo, a luz a nos guiar,
O bálsamo que cura o coração.

?Pois Nele, a saudade perde o seu espinho,
E a distância é só um breve intervalo.
Ele é a ponte, a vida e o caminho,
E no Seu amor, o tempo é um estalo.

?Não é adeus, é apenas um \"até logo\",
Guardado na promessa de um novo dia.

Sob a Sua paz, no peito acendo o fogo
Que transforma a saudade em alegria.

?A saudade costuma apertar mais em datas como hoje, mas como diz o poema, a esperança ajuda a suavizar o aperto.