A de ser repugna.
Sede de inveja.
Por vir me ver e nunca me encontrou.
Por estar.
Perdida no labirinto de suas vontades.
Seria inlusão passageiras transbordantes de ternura.
Ou maledicência de intrigas vazias.
Eu sei lá.
O que sei.
E que fui a espera.
Com os pés infincado no lugar.
Aguardando um punhado sequer.
De uma comanda sem lógica.
Odiando alguns sem nem saber dar nomes aos bois.
Por jamais entender.
O própio ser, que a vida marcou por encontrar.
Degustando de veneno tão ordinario.
Que da boca de tantos.
Por ser o desejado.
Até hoje.
Me sinto o culpado.
JT