Podemos ter nossas imperfeições, nossa ansiedade e, por vezes, perdemos a calma, mas mantemos a consciência de que nossa existência é o nosso desafio. Cabe a nós impedir que entremos em ruína.
Talvez a verdadeira felicidade esteja em compreendermos que a jornada vale a pena, mesmo diante de obstáculos, falhas e tempos difíceis, ou em recusarmos o papel de vítimas das circunstâncias e assumirmos a posição de protagonistas da nossa própria narrativa.
A felicidade exige não temer as próprias emoções. É termos a capacidade de falar sobre nós mesmos, possuirmos a ousadia para aceitar um não e a segurança necessária para enfrentar julgamentos, ainda que pareçam injustos.
Por isso, não importa se iremos sorrir, chorar ou apenas ficar indiferentes. Vivamos sem hesitação e abracemos cada instante. O que hoje parece simples, uma bobagem qualquer, amanhã será a melhor memória que poderemos ter.
Haverá batalhas, risos e lamentos, mas a alegria não está longe e nem é uma ilusão. Sigamos nossa vontade, tracemos nossa trajetória e a vida seguirá acontecendo nos detalhes, nos desvios, nas surpresas e nas alterações de rota que não são determinadas por nós.