Este azul que me assola,
Estas palavras que escrevo,
São as últimas desta hora,
Que na luz do amor eu vejo.
Estas últimas palavras,
Azuis, são o centro que faz,
As almas cantarem almas,
Que faz crescer a paz.
Paz que faz os homens de bem,
Em toda a Terra,
Não odiarem a ninguém,
E não fazerem guerras.
Guerra que faz o ódio,
Crescer de fome e justiça,
De amor se esvai o calor,
O ódio à preguiça.
Que nunca um dia,
Alguém lhe amou, o tanto que amei,
Lhe encheu de alegria,
E não sonhou o que eu sonhei.
Estas últimas palavras azuis,
São do meu puro amor,
Que eu sinto, por quem está lendo,
Agora esta poesia fiz com fervor.