Há encontros que parecem presente
mesmo sem laço ou data marcada
e você chegou assim — como poesia repentina
um quase-amor que acende, mas não consome
um passo de dança onde o toque basta
sem promessas, sem final de filme
mas ainda assim... inesquecível.
Há silêncios que chegam antes da despedida
moram no espaço exato do que não foi
ficam como sombra depois da luz
não chamam saudade — mas sabem o caminho
e voltam, às vezes, sem pedir permissão
só pra lembrar o que quase teve nome.
19 jan 2026 (16:04)