Me valha a verdade,
Sobre os contextos de sua alma,
O que digo sobre a dignidade,
Das minhas entranhas ainda calmas.
Me venha pós-puberdade,
Sobre espinhos em minha palma,
Que mais nada tenho nesta idade,
Rever algo que então lhe salva.
Me erga sob a liberdade,
Temer os instintos flagrados, das vestes que me falta,
Dos preços contidos na integridade,
Das ruas desta sociedade falsa.
Me deixe longe da maldade,
Dos seus olhos, ou sorrisos em alta,
De uma costura presa em ansiedade,
Que tantos textos tem como tema sua pauta.