No convulsionar das horas
Os minutos passam ligeiros
Deixando pingos de segundos
Na poeira alvacenta da memória
Quantas horas descansam
No interior deslembrado de mim?
Este silêncio dos minutos mortos
Me apavoram
Enquanto penso que haverá uma hora
Que me transformarei em um minuto
No evaporar de quem hoje sou