Altivam-se desconexos
O sentidos dormentes,
A insânia antes latente
Agora canta esplendorosa
Não alimenta mais glosas,
Nem sublima desejos.
[Só]mente a lembrança do beijo,
Do afago [de]lírio
E será esse o martírio,
Arauto que pontua a dor no peito?
Ah foda-se tudo o que é perfeito
Não há mais poesia só [de]lírio!
Jan de 3013