Para a Pulseira de Prata que deixei trancada na caixa:
Você me atormenta.
Me chama, me clama.
Alegando que prata não se guarda
Alegando que prata não se veste em demônios, como os que dormem na gaveta, na parte do meio do guarda-roupas
Os demônios vestiram a prata. Não a prada, como antes.
Ouvir suas súplicas me revira o estômago. Tomar minha prata dos demônios?
Pois, tomo nas mãos a corrente brilhante.
Levo à boca.
Digo olá, reivindicando-a.
Roubo um beijo, deixando-a escura.
Beijo Ácido de um Demônio Inquieto.