(Rio Bonito, 23 de dezembro de 2008. JulianadeLima).
Sou Tudo, Sou o Nada,
Sou o dia, a noite, a madrugada!
Sou a lacuna que te completa,
Sou errante, sou certa…
Não sou o Nada, não sou tudo.
Estou em ti,
No coração, no âmago, no seu Eu profundo.
Podes não perceber; estou aí, ali ou aqui…
Sou temperamental,
Sou quente, sou fria;
Sou a tal,
Sou a Poesia.
(Juliana de Lima.)