ALÉM DO VERSO
Crer que só é poesia
Se for amor
É negligenciar as coisas tangíveis
É ignorar o óbvio
E racionalizar as coisas invisíveis.
Creio na fortaleza do amor
Mas a razão de sentimentos óbvios
Existem tanto quanto
a inocente a lágrima
Escorre do olho dos amantes.
Amar é o destino
De Razões e proporções
na fração de alguns instantes
Porém sem variáveis
e sem constantes
Mas unidos aos delitos
deste estranho sentimentos
Há os equívocos em acreditar
Que só é poesia
Se o poema for um verso de amor!