Brincamos ao lado de um tear, à sombra de nossas esperanças, redimidos pelo impossível, incapazes de transcender o infinito.
Procuro pela luz, pela experiência, mas só encontro ciclos de relógio, contando cada espiral até o meu fim.
O dançar das estrelas marca lentamente cada retorno do ciclo, um milhão de anos, dois milhões de anos... a vida é uma espiral feita sem parar, apenas para comover-nos com aquilo que vemos.
É ao andar com o fantasma imaginário de nossos sonhos, que seguimos em frente para um futuro mais belo.