Dê-me uma frase fora de contexto, mas sem revelar, que seja confuso — para não decifrar. Eu mudaria de estação para não entender; de tanto resolver: eu quero errar, sem pretender.
Me firmo un contrato, e meu código: abstrato, je ne sais... seguir os termos sem desfazê-los. E nunca deixo de tentar, é louco de interpretar; tudo enigmático, tão frequente — automático.
Nenhuma sequência... combinação, e nenhum tipo de padrão — pode definir a programação. Eu não fui feito para ser tão raso, se sinto leve: me arraso; como se fosse pressa, não atraso.
Loro montano, io: quebra-cabeça, tão certeiro; o escultor que esculpira — non scolpira intero. Eu fui moldado com perfeição... porque servira de redenção para um criador sem uma criação.
De feito errôneo queria demonstrar, mas parei de considerar, porque os atos de razão mútua insistem em me moldar. O mundo fica para me destrinchar, e eu me projeto — por decodificar.