Negar me o direito
da cor branca e preta,
e graduei na cor transparente e preta.
De um balde cheio de esperança.
Deixei morrer a criança ,
tenho seguido o chio dos pneus.
No alcatrão deixou passar os sonhos.
Quero sonhar porém não posso,
contemplo as crianças voltando .
E eu estou procurando me encontrar,
no meio dos adultos.
E eles são ousados , tenho nomes que nem mesmo sei .
Para outros sua um órfão
para uns sou fruto de uma relação,
feita em uma pensão.
E pra os meus homólogos sou Rei.
Não rei no alcatrão que fadiga o meu carroção.
Cansei do balde quero sonhar ,
quero acordar e ter o branco e preta.
The ?