Antonio Olivio

A rosa do poema

A rosa do poema


Nasceu no poeta, em utopia. 
Mas em letra, nao tinha mais,
serventia.
Ficava quieta no papel em Poesia.
Guardando em si a maravilha que, Seria.
Até que veio insólita, ventania. 
Para derramar suas pétalas, na via.
Desmanchando  sua beleza, em rebeldia 
Assustando  aqueles que a 
desconhecia
Porque ela veio na forma primeira de  agonia.
Para revelar-se em bruta,
melodia
Para depois então se transformar, em calmaria 
Mas o sol  e a luz que veio atrás de si, 
Despertaria 
A consciência verdadeira do ser:
Que em nós nascia...

 


Antonio Olivio