Poema: de 28 de Novembro
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?(Poema de Claudio Gia - Macau, RN - 28/11/2025)
?O calendário girou, chegou mais um novembro
Hoje a gente para tudo, e a memória a gente lembra
É dia de gratidão, de meter a mão na massa
Mistura de vaquejada, com a vibe da nossa praça
?Mas a data tem história, e a gente não pode esquecer
A labuta, a correria, o que acontece pra valer!
Tem gente que se machuca, na luta pra sobreviver...
E tem o anjo anônimo que a gente tem que agradecer!
?28 de Novembro, no meu Brasilzão querido!
? Sanfona chora alto, um hino é garantido!
Pelo Soldado Desconhecido, pela causa do Labor
É hora de fazer o bem, com fé e muito amor!
?O ritmo do Nordeste, misturado na emoção
Lembrando o trabalhador, de sol a sol, de coração
Pelo \"Dia de Doar\", a mão que estende, a que conforta
Um pix, um abraço, o amor que a gente exporta!
?Tira o chapéu, meu irmão, tira o chapéu, minha irmã!
Pelas vítimas do ofício, que não voltam mais amanhã!
Pela força do anônimo, que cumpre o seu dever...
Vamos plantar a semente, pra um futuro florescer!
?28 de Novembro, no meu Brasilzão querido!
? Sanfona chora alto, um hino é garantido!
Pelo Soldado Desconhecido, pela causa do Labor!
É hora de fazer o bem, com fé e muito amor!
?\"Aí, moçada! Presta atenção, que a vida é feita de união.
Hoje a gente bota a bota, mas também estende a mão.
Doação é amor, não precisa de holofote, não.
É a batida do nosso Nordeste, que pulsa no seu coração!\"
?28 de Novembro, no meu Brasilzão querido!
? Sanfona chora alto, um hino é garantido!
Pelo Soldado Desconhecido, pela causa do Labor!
É hora de fazer o bem, com fé e muito amor!
?É hora de fazer o bem, com fé e muito amor!