Generalíssima Mártir
O peso da coroa recai em pecado
O Leão a encurrala, a Flor busca a saída
Vejam a maré da batalha mudar o seu lado
Do renascer das Pétalas de Lírio caídas
A Cruz me guiou à Renascença
Os homens me guiaram à Sentença,
A Morte não vê rosto na Guerra
Todos sangram sobre a mesma Terra!
Pois só quem conhece a dor da condenação
São aqueles que sabem o valor da redenção
Meu ego é grande demais para me colocarem medo
Então podem ter certeza que essa luta eu não perco
A vida não volta tal qual bumerangue
Se eles querem a donzela devota
Então eles terão o meu sangue
Mas não verão minha derrota