Em meu punho, vermelhidão monocromática
Um tom escarlate escorre em meus dedos
Uma poça rubra hipnótica
Afundando, assim, meus inerentes medos.
Fulmino o meu próprio eu,
Destaco meu prelúdio de redenção
Mas minha visão se torna turbulenta, escura como um breu
Denota minha própria mente em ascensão
Em busca da eterna perfeição...