Lá vem ela, toda faceira,
com seu jeitinho de me provocar,
e eu, bobo, sem brincadeira,
já sei onde a mão vai parar.
A tal da marca, minha perdição,
essa patinha, ah, que visão!
Mal vejo e já tô querendo,
feito camelo no deserto ardendo.
Se ela se senta, meu olho brilha,
se cruza as pernas, eu passo mal,
essa pegada é minha trilha,
meu GPS sentimental.
Dizem que amor é poesia,
mas eu sou homem de verdade,
e essa marca, meu bem,
é meu ponto de felicidade!
2 abr 2025 (10:20)