E quando não houver amor, a gente inventa,
Com o brilho dos olhos, a chama que acenta.
Com palavras doces, silêncios serenos,
Nos gestos pequenos, nos olhares amenos.
A gente inventa um beijo no vento,
Acaricia a alma, sem medo, sem tempo.
Na falta da palavra, um toque nas mãos,
Um suspiro profundo, segredos não são em vão.
A gente inventa a ternura das noites,
Onde o coração, sem erro, se açoita.
Mesmo que o mundo se apague ao redor,
Nosso amor será a luz, nosso eterno albor.
E quando não houver amor, a gente cria,
A poesia da vida, no brilho do dia.
O beijo ardente, a chama intensa,
Nosso amor não se apaga, ele apenas acrescenta.
A gente inventa um futuro, dois corpos, um caminho,
Onde a paixão dança, leve, sem espinho.
Mesmo quando a vida nos desafiar,
Nosso amor, reinventado, vai sempre prosperar.
Porque amor, minha amada, é o que se inventa,
Nos dias difíceis, na dor que se ostenta.
Nosso amor não tem fim, não tem condição,
Ele é invenção, é criação, é fogo e paixão.
1 abr 2025 (12:06)