No murmúrio do vento te ouço,
Teu nome ecoa na solidão.
Cada sílaba, um fio que aperta
E costura meu peito em comoção.
As manhãs carregam tua ausência,
Os dias vestem teu perfume leve.
Na memória, teu riso é chama,
Que arde, aquece e às vezes fere.
Teus olhos, espelhos do infinito,
Brilham nas sombras que o tempo deixou.
Teus gestos dançam na brisa suave,
Cada lembrança, um sonho que voou.
E assim me envolvo em tua saudade,
Tecido de amor, bordado em dor.
Teu nome é o manto que sempre carrego,
Minha pele veste o profundo eco do amor.
11 mar 2025 (10:39)