Os alaridos das nuvens,
Em relâmpagos brancos como o Sol,
Abrem os tímpanos da mente.
Cada tormento do mundo humano;
Cada latência indolor do crânio;
Cada roxeado por baixo dos olhos;
É lavado pelo relento frio da manhã.
A chuva, como um modernista,
Rasga as partituras, e cria, em caos,
Uma sinfonia cacofônica.
Ou uma cacofonia sinfônica.
Todavia, regular.
Pouco importa os termos técnicos do homem.
Tampouco suas métricas vazias da matéria.
Agora, tudo que importa é o que captam os nervos:
O Gélido; O Cinza; O Temporal;
O Petricor.