-Na inquietude de minha mente
-Perco-me, pois sigo descontente
-Ao sozinho descansar, trago comigo o presente
-De um passado estridente
-E o medo de um futuro latente
-Mesmo ao descansar
-Sigo em meu penar
-Se ao menos fosse minha culpa
-Que seja por amor ou outra mágoa
-Não sei a quem rogar desculpa
-Afinal, em minha mente a culpa se faz coroa
-E sigo doente, claro, não a toa
-Ainda que meu coração queime deixo que doa
-Proclamo aos 4 ventos: Que hei de esperar
-Pois creio que o tempo há de me curar