Quando eu vi seu sorriso pela primeira vez, soube que estava perdida.
Era como se todas as borboletas que jaziam mortas em meu estômago voltassem à vida, com ânsia de bater suas asas freneticamente, exibindo as cores mais vibrantes.
E eu, já mulher, me vi como uma garotinha descobrindo, pela primeira vez, o que é amor.
O que eu, uma escritora, poderia fazer diante de tudo isso, senão colocar em palavras o quão bonito você é — e talvez nem saiba o quanto.