O vento que bate a chuva na vidraça
Rebate em mim essa agonia.
Essa agonia que estilhaça
E larga jogado o meu dia.
E, na catança dos meus cacos,
Pedaços que nem sempre acho,
Junto tudo num mosaico,
Tentando mostrar o que sinto.
Pena, mas não consigo....
E a chuva volta a cair,
E o vento volta a soprar.