Todo o ser humano tem sua forma de enxergar o mundo.
Por olhos castanhos consigo ver o que ainda é nulo,
Toda serenidade, esconde a melhor forma de refúgio.
Por dentro, um turbilhão.
Não tenho certeza e nem indagação.
Sou o meu pior vento em tudo o que considero furacão.
Que horas são agora?
Confundo tudo o que não mereço.
Desdenho de mim, sempre me desconheço,
me cobro demais e ainda padeço.
Tento descobrir o outro, mas nem sei de mim.
Esvazio total, pra ouvir o que não cabe em uma divisão.
Isso é seu! Não meu!
Me anulo demais e entro no susto,
no que me faz ser apenas outro ponto, outra razão.