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KAIO GERMANO

Expressões Infernais III.

Cigarros, tragos e doses de whisky. Aqueles braços com tatuagens tribais, conseguiam afagar - me despertava ares tensos. Como pode um corpo representar tantos climas? Boca seca, salivação excessiva e pernas inquietas.

 

Vinho tinto, perfume barato e beicinho imundo. Não era só a expressão infernal, ele por si era o próprio demônio necessário, aquela observação atenta aos meus olhos, fez eu ajoelhar - me, de forma lenta enquanto passeava em seu corpo, eita malandro vamos criar o inferno nesse quarto. 


Beba cerveja e tenha problemas. Indócil, de vestes brancas, eu vi seu coração debaixo o quanto ele batia e desejava ser beijado. Molhados e secos, engasgos vinham de uma forma indômita, agarrados na nunca faziam moção de forma viciosa.

 

Me chicoteia, me dê um, tapa, punk funk. Quarenta minutos de expressões infernais, o desenho de um desejo sombrio que pausava de forma densa, as suas mãos deixaram marca em meus ombros, pois apogeu vigoroso foi como um batismo, querido, nós nascemos assim.

 

Lave a noite, com St. Jam-eson um inferno quente, mova-se, esta é a sua geleia, deixando - me fraco e amolecido, preto como alcaçuz, bar slam o encontro. Até chegar ao mel branco e aventureiro, as expressões infernais foram de uma sincronia quase perfeita.

Continua, em \"Expressões Infernais IV\"