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Maria dorta

Barco a deriva

Navegando a noite insone,

,minha nau sem rumo,

singra o mar sem aprumo.

Erros e acertos assumo.

Foram se acumulando.

Nessa vida onde sigo emulando,

tudo perde o sentido,vou navegando.

Há dores que invento,mas me dilaceram!

As do desengano são tão onerosas.

As das partidas sempre dolorosas!

Deixaram_ me a alma chorosa.

As Lembranças me seguem,ardilosas.

Como pesam!O barco está a deriva,

condenado,não acha porto que sirva!